CLIMB SERVICES NEGOCIA TRÊS NOVOS CONTRATOS NO SETOR DE ÓLEO E GÁS E AMPLIA PARTICIPAÇÃO NO MERCADO EÓLICO

Por Davi de Souza (davi@petronoticias.com.br) –

Climb - OTCNovos negócios pelo caminho para a empresa Climb Services. A companhia, que atua realizando diversos tipos de manutenções, está em negociações para fechar novos contratos dentro do setor de óleo e gás. De acordo com o executivo Roberto Bastos, existem três conversas com empresas deste segmento em andamento. O mercado de óleo e gás, aliás, já teve importância vital para a Climb, e no passado correspondia a 90% dos negócios – hoje, o percentual é de 30%. Com a queda no setor de petróleo, a companhia tem atuado também na área de energia eólica, que ganhou importância dentro dos negócios da Climb. Apesar do momento de baixa no segmento petrolífero, as previsões para o futuro são boas. “Temos boas perspectivas, principalmente por causa do pré-sal. As empresas que são potenciais clientes voltaram a pedir orçamento. A matriz energética brasileira ainda depende do petróleo. Por isso, as manutenções em embarcações ainda são necessárias. O mercado de óleo e gás tem muito trabalho pela frente“, afirmou Bastos.

O senhor poderia explicar a atuação da empresa dentro do setor de óleo e gás?

A Climb Services atua na área de manutenção e tem um escopo de serviços de inspeção de ensaio não destrutivo, abrangendo líquido penetrante, partícula magnética, medição de espessura e inspeção. Também atuamos na área de serviços de pintura, caldeiraria leve e realização de inspeção drops – prevenção de queda de objetos. Oferecemos todos esses serviços tanto no plano quanto em altura, por meio de alpinismo industrial. Por fim, fornecemos também treinamentos normativos.

Como andam os negócios dentro do mercado de óleo e gás?

Nós estávamos com muitos trabalhos anteriormente, mas a atividade diminuiu muito e teve uma queda brusca no início desse ano. Algumas das embarcações onde trabalhávamos foram embora do País, e isso prejudicou os negócios.

Quem são os principais clientes da companhia?

Hoje, estamos com o cliente mais ativo que é a TechnipFMC. No passado, trabalhamos por quatro anos para a Queiroz Galvão. Também tivemos contratos com a Carioca Engenharia e Subsea7. E ainda realizamos trabalhos no Comperj.

Quais são as perspectivas com o setor de óleo e gás?

Atualmente, estamos com três conversas muito boas para novos contratos dentro do setor, mas não posso ainda mencionar os nomes das empresas envolvidas. Além disso, estamos finalizando nosso cadastro CRCC da Petrobrás. Isso vai abrir um leque muito grande dentro da empresa. Nós temos comprometimento com os colaboradores e clientes.

Como a Climb planeja crescer dentro do setor de petróleo brasileiro?

Temos boas perspectivas, principalmente por causa do pré-sal. As empresas que são potenciais clientes voltaram a pedir orçamento. A matriz energética brasileira ainda depende do petróleo. Por isso, as manutenções em embarcações ainda são necessárias. O mercado de óleo e gás tem muito trabalho pela frente. E nós continuamos atuando junto com novos clientes e também com os atuais. Durante esse momento de crise, nós investimos na gestão de integrada buscando certificações ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS. Apostamos no nosso sistema de gestão e com certeza será um diferencial que nós oferecemos.

Durante a última OTC Houston, também acertamos nossa associação ao Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), que é algo que considero um destaque também.

Qual a participação do segmento de óleo e gás nos negócios da companhia?

No passado, chegou a 90%. E hoje, esse percentual é de 30%. Sentimos a necessidade de entrar em outros mercados. Então, ingressamos na área de energia eólica e na indústria geral. O setor eólico vem crescendo muito e ganhou importância aos nossos olhos.

E como está a atuação dentro do mercado eólico?

Nós estamos oferecendo serviços de manutenção e fechamos duas parcerias importantes dentro deste segmento: uma com a PhDSoft , que foi selada a partir de nossa ida à OTC, e também com a Skyvideo Brasil, que atua com drones – que são usados para fazer mapeamento de áreas muito grandes onde existem as torres eólicas.

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