GOVERNO DO RIO NÃO QUER PORTO DA PETROBRAS EM SEPETIBA

O governo do Estado do Rio rejeitou o projeto de construir um porto exclusivo da Petrobrás na Baía de Sepetiba para o apoio às operações do pré-sal na Bacia de Santos. O argumento apresentado para o veto é o de que a região está saturada de grandes empreendimentos industriais e portuários. A falta de portos apropriados na costa fluminense é um dos obstáculos à atuação da Petrobrás nas bacias petrolíferas de Santos e de Campos. Os seis portos fluminenses estão congestionados ou são inadequados à atividade petrolífera.

A Petrobrás tem um terreno às margens da baía, de 10 milhões de metros quadrados, mas, a contragosto, terá que dividir o cais a ser construído com a siderúrgica Gerdau e a  CSN. A partilha com as siderúrgicas foi a condição da Secretaria de Desenvolvimento Econômico para autorizar o porto pleiteado pela Petrobrás, que previa investir US$ 2,7 bilhões em um terminal de líquidos, criando 26 mil empregos diretos e indiretos. A expectativa era de movimentação de 600 embarcações por mês em apoio ao offshore de Santos.


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